EMPODERAMENTO: DIFERENÇAS REAIS E ESTEREÓTIPOS ENTRE MULHERES E HOMENS!

EMPODERAMENTO: DIFERENÇAS REAIS E ESTEREÓTIPOS ENTRE MULHERES E HOMENS!
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Olá, você!

Hoje vim trazer um assunto cheio de empoderamento e polêmico para a discussão no blog: Quais são as diferenças concretas e os esteriótipos que existem entre homens e mulheres?

Se você gosta de postagem que te motivem a buscar o empoderamento, aposto que vai adorar os posts:

Sabe aquela sua best, irmã, prima, ou coleguinha mesmo que está precisando de um empurrãozinho? Compartilha com ela(s) esse post:

Uma coisa é fato obvio, existem diferenças entre os gêneros. Isso é inegável e biológico.

  • Homens nascem com pênis, mulheres com vaginas e mamas.
  • Mulheres percebem o mundo de forma diferente dos homens…
  • Mulheres e homens se comunicam de formas diferentes
  • Até mesmo movimentos do corpo são diferentes entre homens e mulheres
  • Entre outras diferenças básicas e naturais entre os dois sexos…

Mas existem também, alguns esteriótipos de uma sociedade machista e atrasada, que ainda continuam a aparecer na mentalidade de hoje em dia.

Alguns exemplos dessas percepções na sociedade são:

  1. Mulheres só se realizam se forem casadas e tiverem filhos
  2. Mulheres nasceram para cuidar do lar: cozinhar e limpar
  3. Mulheres que se preocupam com a carreira, não estão nem ai para a família
  4. Mulheres não tem o mesmo direito de sexualidade que o homem tem, por serem mulheres. E se quiser ter, é considerada: puta, perigueti, biscate, e etc… Ja os homens, são sedutores, garanhões….
  5. As esposas são chatas e “estraga prazeres”
  6. Mulher não pode sair ou viajar sozinha, pois assim estaria desprotegida (de que? dos homens!)
  7. Mulheres são perdidas e não sabem dirigir
  8. Mulheres falam demais
  9. Mulheres não são tão fortes quanto os homens
  10. Mulheres produzem menos que os homens
  11. Mulheres são as grandes responsáveis pela criação dos filhos
  12. Mulheres precisam ser salvas, cuidadas, são as donzelas em perigo, e não as heroínas
  13. E por ai vai…

Alguns desses estereótipos são tão encrustados na sociedade, que as vezes parece que são verdades, como o exemplo de que de mulheres tem menos força física que o homens, pelo simples fato de terem nascido mulher!

Enfim, são muitos os conceitos que foram criados afim de diminuir o sexo feminino em relação ao sexo masculino.

Mas pudera! Vivíamos/vivemos numa sociedade patriarcal e machista desde sempre, e somente a poucos anos que começamos a desconstruir essas imagens limitadoras que sempre foram impostas as mulheres.

Para falar a verdade, nós mulheres só fomos aceitas no mercado de trabalho de forma “oficial”, durante a primeira guerra mundial, porque a maioria dos homens iam para as batalhas, porém as empresas continuavam precisando de funcionários, e então começaram a admitir mulheres.

Mas admitiam “daquele jeito”, sem direitos trabalhistas e com salários inferiores ao dos homens, mesmo quando exercíamos a mesma função.

Até hoje ainda existem empresas que continuam com essa mentalidade machista e atrasada, mas graças a mulheres poderosas e quebradoras de paradigmas, estamos caminhando para uma sociedade feminista, ou seja, que concede os mesmos direitos e privilégios para homens e mulheres.

Claro, ainda há grandes mudanças a serem feitas, para tornar isso uma realidade, então seguem aqui algumas formas de acelerar o processo:

Educação é a chave:

Precisamos desconstruir imagens sociais amplamente aceitas ainda, como: A cuidadora x O provedor

Também precisamos mudar os paradigmas para que a mulher não se prejudique na carreira por conta de gravidez, por entrar em licença-maternidade, ou por ser a responsável pelo filho quando ele fica doente.

Expandir a visão do que é liderança:

Algumas características ditas masculinas sempre foram consideradas o caminho para se chegar a liderança, como:

  • rapidez de decisão
  • coragem
  • força
  • ambição

E sim, elas são importantes para liderança, mas não são exclusivas do sexo masculino, e sim inerentes ao ser humano.

Muitas mulheres possuem essas características! Porém também é preciso começar a reconhecer e valorizar os atributos que são considerados femininos, e são tão importantes quanto os citados anteriormente como:

  • sensibilidade
  • flexibilidade
  • intuição
  • capacidade de trabalhar em equipe e administrar a adversidade
  • capacidade de fazer multi-tarefas ao mesmo tempo

Assim desconstruímos essa ideia de que esses aspectos são exclusivos de um gênero em especifico.

Reconhecer e valorizar os atributos profissionais femininos

Ainda hoje existe o pensamento de que mulheres em altos cargos chegaram la devido ao seu poder de sedução ou seus atributos físicos.

Mas na verdade, precisamos reconhecer e valorizar a qualificação do profissional, independentemente do sexo.

O IBGE verificou que as mulheres:

  • possuem nível de escolaridade superior ao dos homens
  • ocupam a maioria das vagas das universidades (55,1%)
  • são maioria também na conclusão do curso (58,8%).

E quando o assunto é pós-graduação, nós representamos 53,5% dos mestres do país, então o que não falta é qualificação.

Porém ainda sobra o preconceito. Então é preciso que as empresas contratem funcionários se baseando apenas na competência profissional, e não no gênero da pessoa.

Salários iguais para homens e mulheres na mesma função.

Num geral, homens ganham mais do que mulheres que ocupam o mesmo cargo e exercem as mesmas funções.

E um dos motivos que ajuda a perpetuar essa situação, é a ideia de que os homens são os provedores da casa.

E sim, eles ainda são a maioria dos chefes de família, mas já se sabe que 39,8% dos lares brasileiros são chefiados por nós, mulheres.

Mudar a lei de licença a maternidade.

A empresa Robert Half, realizou uma pesquisa com 1.775 companhias de 13 países. Em 85% das empresas brasileiras, metade das mulheres deixa o emprego após o nascimento do filho.

E a lei brasileira contribui para essa situação, por que legalmente, os pais têm direito a apenas cinco dias de licença-paternidade, e as mães podem tirar até quatro meses de licença.

Só isso já colabora para que as mães assumam quase toda a responsabilidade pela criação dos filhos.

O ideal seria que a lei garantisse uma licença compartilhada, como ja acontece na Suécia, por exemplo.

Assim, mães e pais poderiam dividir o tempo de licença.

Mudar a criação de meninos e meninas em casa

Podemos começar a mudar esse ponto de vista, parando de usar a palavra “ajuda” sobre as tarefas caseiras com os meninos.

Isso da a entender que a função de cuidar da casa é das mulheres, que os homens apenas “ajudam” elas, colaborando com pequenas tarefas, quando na verdade a responsabilidade por cuidar da casa é de todos que moram nela.

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